Browse Category

Novidades

4 dicas para tornar seus sonhos realidade

Você passou que você começa um projeto novo e o primeiro problema se desanimas e morrer na tentativa? E não só falo de empreender um novo negócio ou desafios profissionais, mas de temas do dia-a-dia, tipo comer saudável, fazer uma dieta, ir para a academia, começar a ler, ou deixar de fumar.

Há razões científicas para isso. De acordo com um estudo que publicou o Dr. Roy Baumeister de The Florida State University, trata-se da falta de auto-controle. O estudo consistiu em testar a força de vontade das pessoas; a equipe de pesquisadores puseram-se a assar biscoitos com gotas de chocolate e o laboratório encheu-se do delicioso aroma. Em seguida, convidaram os participantes a comer comida saudável ao lado de biscoitos, posterior a isso, os puseram a trabalhar em um quebra-cabeça e perceberam que os participantes que tinham conseguido autocontrole desistiram mais rápido de resolver o quebra-cabeça.


A força de vontade em realidade se esgota, é um recurso limitado. Quanto mais você usa, menos você e reduz o açúcar no sangue e, por isso, se você antojan coisas doce à noite. Todo o dia, você está você está se autocontrolando.


sueños2Estas são 4 dicas para que a força de vontade não se fatigue, siga em frente com seus projetos e fazer seus sonhos realidade.


As manhãs são a chave. Já teve toda a noite para repor do autocontrole e você pode usar isso a seu favor, para fazer exercício, tomar um bom pequeno-almoço, terminar tarefas difíceis ou começar a sua tese.


sueños3
Não perca a calma.
Gerir a sua energia, evita o stress, iniciando a tempo o seu dia. Acordar 10 minutos antes e isso vai lhe poupar intensidade em suas emoções. Não deixe para o último seus brincos, pois, dependerás de adrenalina para concretizá-los e isso se esgotar mais.
sueños4
Relaxe em outras áreas de sua vida.
Talvez já esteja esgotado seguindo seus objetivos em qualquer área profissional, se isso lhe adiciona o stress de que sua casa é impecável se agotarás muito mais rápido. Se os pratos de sua casa ficam sujos de uma noite não se estresses muito, deixe nada acontece por uma noite. De outra forma você estará exercendo autocontrole em muitas áreas de sua vida ao mesmo tempo.


sueños5


Não esqueça qual é a sua meta. Quando você está trabalhando em algo que você gosta é menos provável que sua mente se esgote. Se sabe bem qual é o seu objetivo final, pode reunir a energia suficiente para se ter mais força de vontade.


sueños6


o Que achou deste artigo? O que de tanta força de vontade que você tem?

8 segredos de pessoas ricas.

Tom Corley, autor do livro Rich astro lounge, estudou os hábitos de saúde de pessoas ricas. Entrevistou homens e mulheres norte-americanos que ganham entre 160,000 dólares e 3,2 milhões de dólares por ano e comparou suas respostas com aquelas que ganham menos de 35.000 dólares anuais.


Você pode imaginar tomando champanha, fumando charutos, desvelándose e entregando-se a excessos e prazeres, mas o que Corley encontrou é que os ricos são mais disciplinados do que acreditamos e que estes hábitos não têm relação com o dinheiro, mas com o que é bom para o seu corpo.


1. FAZEM EXERCÍCIO
76% dos ricos pratique uma atividade física, principalmente aeróbica), pelo menos 30 minutos por dia, quatro vezes por semana. Fazer exercício dá mais energia, baixa o estresse, melhora o seu humor, a sua qualidade de sono e põe o cérebro a trabalhar. Faça exercício antes de um conselho e você vai ver como melhora o seu desempenho.


2. COMEM MENOS SUCATA
Sim, as pessoas ricas comem menos em restaurantes de comida rápida. Provavelmente pensa que a razão se deve ao fato de que comer mais saudável custa mais, mas na realidade é uma questão de disciplina. Todos podemos comparar comida saudável e prepará-lo em casa.


3. CUIDAM DO SEU PESO
Contam suas calorias, leem os rótulos dos alimentos que compram e comem mais frutas e legumes, em vez de comida processada. Os ricos dão importância ao tema da obesidade porque eles sabem que seu desempenho não é o mesmo e em termos de imagem, se recusam a ser gordos.


4. VÊ POUCA TV
Corley descobriu que 70% dos ricos é menos de uma hora de televisão por dia e apenas 6% vê reality shows. Enquanto que 80% das pessoas com baixos rendimentos é colado à televisão por mais tempo. Os ricos usam esse espaço lendo (ou a ganhar dinheiro, por algo são ricos) e dedicam pelo menos 30 minutos diários para leituras de educação, carreira, ou auto-ajuda.


5. USAM FIO DENTAL
Todos os dias, o que reduz doenças de gengivas, cáries e artérias. Se você ainda não usa fio dental, reconsidéralo. De acordo com o doutor Michael F Roizen, autor da série de livros YOU”, usar fio dental todos os dias faz com que suas artérias e seu sistema imunológico se mantenham por dia”. Roizen diz que isso pode agregar até seis anos de vida.


6. NÃO VOS EMBRIAGUEIS
Essa imagem sesentera dos ricos do jet set, entrando até para trás, com champanhe, já não se aplica. Apenas 13% dos ricos de estudo de Corley tinha bêbada nos últimos 30 dias. Versus 60% de pessoas com baixos rendimentos. 84% dos ricos toma duas taças de vinho por dia, o que baixa seus problemas cardíacos.


7. NÃO FUMO
Aparentemente, nos Estados Unidos, acredita-se que o cigarro é algo dos “marginalizados”. Somente 21% dos ricos do estudo de Corley fuma.


8. DORMEM 7 HORAS
Sim, dormir mais. Algo que está beneficiando mental e fisicamente. A regeneração celular que ocorre durante o sono é significativa, e está entre as 11:00 e 4:00 am que liberar a maior quantidade de hormônios do crescimento. Além disso, foi descoberto que não dormir o suficiente faz com que sua pele envelheça mais rápido. Aliás, dormir ajuda a controlar o peso.


Como você vê, não é um hábito tão difíceis. Qualquer um pode segui-los e, quem sabe, numa dessas nos ajudam a nos tornarmos milionários.


Você gostou desta nota? Califícala

1 Estrela2 Stars3 Stars4 Estrelas5 Stars (8 votos, média: 5.00 out of 5)
Loading…

10 dicas para se proteger nas redes sociais

Cerca de 136.985 internautas espanhóis puderam ser afetados por um possível vazamento de dados aberta no caso do Facebook, de acordo com a Agência Espanhola de Protecção de Dados. A rede social também admitiu que cerca de 87 milhões de contas tiveram a filtragem de dados pessoais que permitiu a consultora Cambridge Analytica ter acesso às informações pessoais dos usuários e de seus contatos com a ajuda do aplicativo Thisisyourdigitallife. E o Facebook pode ser repetido”, alerta Lúcia Caro, advogada especialista em direito das novas tecnologias em Oliveira Advogados. Mas, como é possível proteger os dados e identidade pessoais nas redes sociais? Esta especialista oferece seus dez dicas para fazer isso: entre eles, configurar a privacidade das redes e saber como limpar a nossa impressão digital.

1. O que os dados têm apps e redes sociais?

O caso do Facebook foi descoberta a recolha de dados pessoais nesta rede social, através da app Thisisyourdigitallife, que teve acesso ao perfil do usuário e também o de seus amigos.

A legislação europeia de proteção de dados é também aplicável o gigante Facebook, mas o consentimento do usuário tem sido a base para realizar um acesso legítimo aos dados pessoais: a rede social Facebook pede a aceitação de sua política de privacidade a qualquer usuário que queira se juntar a plataforma. Verifique a política de privacidade, já que é no momento em que a aceitação destes termos quando estamos consentindo que nossos dados sejam tratados e armazenados.

2. As aplicações fraudulentas existem

O acesso das aplicações aos nossos dados é limitado e não pode referir-se a qualquer tratamento ou cessão a terceiros. Se cruzam estes limites, como parece ter acontecido no caso Facebook-Cambridge Analytica, você deve saber que o tratamento dos dados já não é legítimo.

3. O caso Facebook pode ser repetido

O escândalo de Cambridge Analytica poderia repetir, ou ter sido repetido, sem que tenha saltado aos meios. Saiba que é uma opção provável, tendo em conta o desleixados que são os controles a que estão sujeitas estas aplicações.

4. Configure suas opções de privacidade

A base para garantir a segurança digital da pessoa é o conhecimento pleno de tudo o que envolve o acesso a determinados aplicativos, programas, sites, assinaturas online, etc. As políticas de privacidade e políticas de cookies estão por todos os lados, pelo que, se queremos garantir a segurança de nossos dados, em primeira instância, deve-se entender o que consentimos que se faça com eles. O primeiro é compreender o tratamento que será dado aos dados, a finalidade e a cessão a terceiros.

E, além disso, é essencial configurar a privacidade nas redes sociais, em especial de todas as que permitam fazer públicas ou compartilhar com terceiros informações pessoais. O nível de privacidade que oferecem os produtos digitalizados deve ser um critério para escolher.

5. Apagar a sua impressão digital é difícil

As redes sociais já permitem apagar o seu perfil de forma definitiva. Por um lado, está a desativação do perfil, o que não implica a supressão dos dados de carácter pessoal. Por outro lado, está a exclusão do perfil, que pressupõe a eliminação dos dados protegidos do usuário dos arquivos da empresa.

Não obstante, o histórico de mensagens com terceiros não desaparece, pois ficaria no chat do receptor dos mesmos. E também não são removidos do arquivo de terceiros os dados que tenham sido cedidos. Nesse caso, o usuário é o responsável por solicitar às redes sociais e às empresas a que cedeu os dados seu cancelamento e eliminação definitiva; fazer uma limpeza completa é uma tarefa árdua e difícil, pois na maioria dos casos, o usuário desconhece quem são.

6. Como proteger seu patrimônio digital?

Ao igual que a herança tradicional, da herança digital é o ato jurídico pelo qual uma pessoa que morre transmite os seus bens, direitos e obrigações para outra ou outras pessoas, que são chamados de herdeiros, com a particularidade de que este patrimônio é exclusivamente adquirido dentro do âmbito tecnológico.

Para proteger a herança digital existem diversas ferramentas. Pode-se fazer referência a ela no documento notarial de testamento, nomeando um testamenteiro, que execute os atos dispositivos que considerem, em seu caso, tais como a desativação de redes sociais, atribuição de bens digitais, etc. Outra opção é optar por uma empresa especializada nestes serviços: existem aplicativos muito econômicas que gerem as redes sociais e cultura digital e são as encarregadas de levar a cabo todas as acções que antes se tenham solicitado e deixado dispostas para o caso em que aconteça uma desgraça.

7. Atualize seus programas

Entre os perigos mais importantes da navegação online estão o rastreamento, vírus e phishing, um crime cibernético de roubo de informações pessoais, como é o roubo de senha de seu computador.

Para evitá-lo, o mais eficaz é manter os programas atualizados e ter um antivírus de qualidade. Além disso, há que fazer download de aplicativos, ou programas sempre a partir do site oficial, pois, caso contrário, é provável que estes estejam infectadas com o vírus.

8. Evite a wifi pública

A navegação através de uma rede wi-fi pública é melhor evitá-la pelo risco que isso implica. Mas se você se conectar, é aconselhável fazê-lo utilizando uma rede privada virtual.

9. Compre online com segurança

Além disso, se você está comprando na Internet ou se dará informações confidenciais, você deve sempre certificar-se de que a página web contém a URL das consoantes “https” em vez de “http”, pois são páginas com um padrão de segurança mais elevado.

10. E entenda que a proteção digital 100 % não existe

A proteção total no domínio digital é complicada. Não obstante, é possível minimizar a informação e o rastro que deixamos, bem como prevenir e minimizar os riscos de ataques indesejados de terceiros. Para isso, é essencial conhecer e adequar às nossas necessidades das configurações de privacidade que oferecem os produtos e serviços digitais; manter atualizados os programas e software; fornecer apenas a informação que seja essencial; navegar em páginas que sejam seguras; e instalar um bom antivírus.

10 dicas para se alimentar sem tensões em bebés e crianças pequenas

1. Aleitamento materno além do ano de vida


Deve-Se fazer com que o bebê tome a peito o tempo todo que possível, pois o aleitamento materno é o alimento por excelência da espécie humana. E não só durante os primeiros meses: esta leite alimenta de forma otimizada durante vários anos, algo que ainda é difícil de aceitar em nossa sociedade. Muitos pensam que, passado o primeiro ano de vida, o leite materno é agüilla ou que não é aceitável o fato de que uma criança de 3-4 anos de idade continue mamando (seja em público ou em privado). Existe uma pressão social -um ambiente hostil – para que a mãe continue amamentando os filhos que ultrapassam os dois anos de vida. Neste artigo de Alba Aleitamento Materno pode encontrar muita informação sobre a amamentação prolongada.


2. Método Baby Led Weaning


Não há família que não conheça, na atualidade, o método Baby Led Weaning (BLW) ou Aprendo a Comer Sozinho (ACS), que temos tratado amplamente neste artigo, aqui e no outro mundo. Em resumo, trata-se de deixar o bebê, que já tem um adequado desenvolvimento psicomotor, que pegue com suas mãozinhas alimentos moles, sem perigo e experimente o gozo de poder comê-los por si mesmo. O uso habitual de alimentos ou potitos industriais não é recomendado, já que com freqüência levam adição de açúcar ou a textura é tão fina que não ajudam a criança na hora de aprender a mastigar e reconhecer sabores por estar ultratriturados e muito misturados os ingredientes.


3. Todos nós comemos o mesmo


Não há necessidade de preparar comida para a família e para o bebê ou criança. Deste modo, você economiza tempo e ganha saúde, pois se estará obrigado a escolher alimentos saudáveis e cozinhar sem sal nem comprimidos “caldo”. Se, depois, no prato de um adulto deseja mais temperos, sempre tem a oportunidade de incorporá-los, mas é preferível usar ervas aromáticas e especiarias, sal.


4. E comemos em família


Decorrente do ponto anterior, surge a recomendação de comer em família. Assim, o pequeno certificar-se de que o natural, o normal é comer o que está na mesa e verifica que seus entes mais queridos comem o mesmo que ele (só encontrará diferença, talvez, o tamanho e consistência de alguns alimentos). Em mais de uma ocasião, ouvimos a pergunta para que o bebê prefere o que fazem os pais (estende a mão para seus pratos) mingau ultratriturada, teoricamente elaborada e desenhada para eles, com montes de cereais e vitaminas, que estão “empurrando” com uma colher e distrações diversas.


5. Comer com a mão… por que não?


Permitir tocar e manipular a comida, embora não seja um bebê, você pode ajuda-lo a encontrar mais prazer em comer. Pegar com a mão um atraente e doradito coxa de frango, para comê-lo com petiscos, ou pegar o macarrão com as mãos tem muito mais apelo sensorial que comê-las, já cortados e com um garfo. Na hora de adquirir hábitos sociais, a mesa pode ser adiado.

Imagem: oksun70

6. Oferecer rações adequadas à sua idade e tamanho


Muitas meninas e meninos de dois ou três anos pesam, em média, cerca de 12 a 14 kg e pode comer a temporadas igual ou menos que um bebê de oito meses que tem um ritmo de crescimento mais elevado. Por isso, a idade não é sempre marca a quantidade e é melhor oferecer porções adequadas a seu costume (todas as famílias sabem qual é o “ritmo” de seus filhos), que costuma ser menos quantidade do que se lhes coloca. Podem repetir no caso de que dão mostras inequívocas de ter mais fome. Um prato com “pouca” comida pesa menos de um menino, que um platazo cheio. Às vezes, a quantidade de alimento a oferecer, não coincide com o que realmente precisa de uma criança, porque os pais tendem a sobrevalorizar as suas necessidades.


7. Comida bonita, mas sem ultrapassar


O argumento de apresentar de forma colorida e atraente a comida no prato é recorrente quando se aborda este tema, embora também não se trata de fazer a cada dia cobras com macarrão ou representar quadros de Miró com as ervilhas, o pimentão e pedaços de frango. A fome, as suas preferências e nosso exemplo são os fatores que fazem com que o oferecido no prato é consumido com bom gosto.


8. Opções sim, mas não há a necessidade de um buffet livre


Mas não se deve forçar a comer, também não há que montar um buffet livre com 20 possibilidades a cada dia. Em seu lugar, poderia servir como uma humilde carta do tipo “menu do dia”, com 2 ou 3 opções para que a criança escolher, sabendo que todas foram alguma vez do seu agrado. Se você optar por colocar algo de novo e o rejeita, é conveniente esperar algumas semanas antes de voltar a disponibilizá. Talvez tenha que presentárselo várias vezes no futuro, antes de se qualificar para esse prato ou alimento como nulo interesse para ele.


9. Não beliscar entre as refeições nem meter pressa


Não beliscar entre as refeições é a melhor maneira de chegar às duas refeições principais (almoço e jantar), com vontade de atacar o prato oferecido. Em muitos casos, a cada duas ou três horas, os pequenos são incentivados a comer algo ou se substitui a refeição por leite ou outros produtos lácteos. O excesso de leite em muitos menores desloca, passado um ano de vida, outros alimentos de elevado interesse nutricional. No que diz respeito ao tempo dedicado à comida, convém não meter apressar , nem ficar uma ou duas horas, com o prato na frente da criança, mesmo que seja em atitude “pacífica” e “paciente”.


10. O exemplo, sempre o exemplo


A melhor e única forma de educar, tanto na mesa como na vida, é com o exemplo. Se os familiares comem, de maneira regular e normal, alimentos saudáveis a cada dia e não há em casa produtos insanos, nem se olham telas para todas as horas, os pequenos vão acabar, a médio e longo prazo, imitando o que vêem. Daí a importância de que os refeitórios escolares e nas casas de familiares e amigos, também eles reinem as mesmas costumes.